domingo, 14 de março de 2010

Aviso

O Blog do UH comunica a todos os seus leitores que, excepcionalmente hoje, por motivos de força maior, não teremos os comentários e as notas do jogo-treino realizado ontem no Cogal. Mas aproveita para avisar que está confirmado o jogo contra o IFCS para o próximo domingo, 21 de março, no mesmo local. A comissão técnica, inclusive, vê com bons olhos não ter sido publicado nada a respeito do treino, para manter sigilo sobre escalação e tática de jogo. Todo cuidado é pouco e o UH está totalmente focado para essa partida.

Durante a semana, mais detalhes sobre o jogão.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Post n° 171

Em homenagem ao post n° 171, uma singela homenagem ao 171 mais querido do mundo:













Vida longa a Bob Jef!

Treino é treino

Atenção, time! Sem mais delongas, já está marcado o próximo jogo-treino do UH:


Jogo-treino

Data: 13/03, sábado
Hora: 10:00 da manhã
Local: Cogal

Observações sobre o jogo-treino:
  • O jogo está marcado para as 10 da manhã. NÃO É 10 PRA MEIO-DIA. Estejam no Cogal às 10:00. Tem uma galera com compromisso depois, e é sacanagem chegar cedo e ter que ficar esperando até meio-dia pra jogar.
  • Evitem a Chatuba na sexta à noite, principalmente se estiverem com seus carros.
  • Um recado para Paulo: nada de vir com um soco inglês por baixo da luva.
  • Um recado para Gustavo: isqueiro será considerado arma branca. Não traga.
  • Brincadeiras à parte, esse jogo-treino vai ser fundamental para os próximos amistosos, contra o Tigres, o Rockabilly, o IFICS, o Defensores e o Azurra, além da Copa UH. É essencial a presença de todos, para que todos possam ser observados para as próximas pelejas.
  • Mais uma vez eu lembro: CHEGUEM ÀS 10 DA MANHÃ.
  • Confirmar presença ou ausência.

Universidad Histórica: seriedade, competência e vibração a serviço do esporte

domingo, 7 de março de 2010

Poker face

O Universidad parece até o governo do Distrito Federal: é um escândalo atrás do outro. No sábado, tivemos a discussão entre Gustavo e Paulo. Os problemas de relacionamento entre os atletas são cada vez mais frequentes. Não bastasse tudo isso, um barraco envolvendo Will e outros jogadores do UH mostram que mais do que nunca o Universidad precisa de uma intervenção urgente.


Na madrugada de sexta para sábado, os atletas Will, Coruja, Nelson e Manguaça participavam de uma animada roda de pôquer na casa de Will, no tranquilo bairro de Copacabana. Segundo vizinhos do craque do UH, essas rodas de pôquer são apenas uma desculpa para uma verdadeira noitada de orgia, regada a álcool e do qual sempre são convidados alguns travestis que fazem ponto na região. Os moradores das redondezas já teriam inclusive chamado a polícia em outras ocasiões, devido ao barulho e ao entra-e-sai de pessoas no local. Os moradores só não conseguiram identificar no local de quem costuma ocorrer o entre-e-sai. Pois nesse dia, a algazarra foi ainda maior.


Testemunhas contam que por volta de 2 da madrugada começaram a ser ouvidos gritos do lado de fora do prédio. Ao chegarem à janela, perceberam se tratar de Thaís, namorada de Will, que descontrolada, quebrava com pedras os carros dos jogadores do Universidad. Aos berros, a futura advogada gritava que não aguentava mais as jogatinas de Will e principalmente o fato do craque ainda se encontrar com uma antiga paixão dos tempos de Manaus, um jovem conhecido como Dieguison.


Os atletas desceram para a rua e foi armada a confusão. De acordo com relatos, Nelson teria gritado com Thaís, chamando-a de louca, mas a jovem não parou de quebrar os veículos. Will tentou intervir segurando a namorada, mas foi agredido com socos, chutes e unhadas. O craque revidou e a porrada comeu solta. Alguns presentes no furdunço afirmam ainda que Will teria chamado cafetões que empesteiam aquela área e pedido para que eles retirassem sua namorada de lá, e se ela não quisesse seria amarrada a uma árvore até que se alcamasse.


Mas como nada está tão ruim que não possa piorar, no dia seguinte, as declarações dos jogadores e da diretoria deram a entender q
ue o UH está precisando mesmo de comando. De preferência os Comandos em Ação, pra segurar essas namoradas tresloucadas em seus ataques de fúria. Segundo amigos de Will, o craque entrou em depressão após o incidente e já fala em largar o futebol e voltar para Amazônia, o que leva a crer que têm fundamento as acusações de Thaís de que o atleta vem se encontrando com Dieguison. Já Manguaça, outro envolvido na confusão, em plena semana da mulher, disse que é normal um casal sair na porrada de vez em quando, e afirmou que ele mesmo já cansou de apanhar de sua namorada, Mariana. O técnico Leandro também saiu em defesa de Will:

- Vivem querendo que o Will tenha um comportamento exemplar. Ora, se ele tivesse um comportamento exemplar estaria na tribo dos Ianomâmis e não no Universidad - afirmou o técnico.


E o presidente-sem-honra do UH, Bob Jef, também se pronunciou sobre o assunto:


- Se fosse problemas com drogas, como todos estão dizendo, nós inventaríamos um migué e tiraríamos o Will de circulação. O problema dele é o pôquer, quando ele começa a jogar, perde o controle.



O craque Will não foi encontrado para comentar o caso.

sábado, 6 de março de 2010

Sou, do UH eu sou, vou dar porrada eu vou, e ninguém vai me segurar

Era pra ser só mais um jogo-treino, visando à preparação para os próximos amistosos. Mas com jogadores como os que UH tem, que suam sangue dentro de campo e chegam em cada dividida como um mendigo em um prato de comida, o treino de sábado virou uma batalha campal, com direito a uma sucessão de bate-bocas, carrinhos, tesouras, tostões e soladas que fariam "300" parecer filme da Disney.

This is Universidad!

Bob Jef inventou neste sábado uma nova modalidade: o jogo-treino-surpresa. Com o objetivo de definir o time e entrosar a rapeize, o técnico Leandro convocou um treino de supetão só pra ver quem estava ligado. E assim foi, sem aviso no Blog ou no orkut. Mas putão que é putão cochila mas não dorme, e apesar dos atrasos habituais (a partida, marcada para as 10 horas só começou 11:20!) tivemos um bom número de participantes e o couro pôde comer solto.


Divididas as equipes, a partida começou num ritmo mais lento, graças ao sempre inclemente "sol-de-dia-de-jogo-do-UH". Com os times se estudando, o técnico Leandro pôde observar os defeitos e as qualidades da equipe. O toque de bola rápido ainda é um problema, mas de qualquer forma já se pode observar um maior entrosamento entre os atletas e... ah, vamos parar de enrolação. Neguinho quer ver é sangue, então vamos deixar de blá-blá-blá e partir logo pro que interessa: a porradaria!


O clima já estava quente muito antes de as bolas rolarem. Uma tensão constante e crescente vem acontecendo entre os jogadores Roberto e Thiago, a ponto de o primeiro não cumprimentar o segundo na chegada ao Cogal, deixando-o no vácuo tal qual Bridge fez com Terry. Preocupado com que o bom ambiente que sempre foi a marca do Universidad possa ser abalado por esse racha no elenco, Leandro tentou apaziguar os ânimos e motivar a equipe. Mas dentro de quadra o que se viu foram disputas duras, violentas até, entre os dois jogadores, com direito a tesouras voadoras, carrinhos assassinos e entradas hediondas. Na arquibancada, ex-jogadores como Júnior Baiano, Tonhão e Odvan lamentavam a violência das disputas de bola.


Mas o pior ainda estava por vir. Paulo - que segundo suspeitas entrou após ter feito uso de alguma substância ilícita, tamanha a disposição em que se encontrava - fez uma bela jogada pela direita enquanto Gustavo corria desesperadamente para receber a bola, num esforço hercúleo que fez seu único pulmão, já castigado pelo excesso de Derby, pedir arrego. Mas o braço direito do Kalifa, em vez de tocar para seu esforçado coleguinha melhor posicionado, preferiu chutar a gol. Foi o estopim para a guerra.


Uma discussão acalorada teve início entre os dois. Gustavo Triste, que a partir de hoje passará a se chamar Gustavo Brabo, partiu pra cima do companheiro de equipe com ofensas pesadas, chamando-o de bobo, feio e cara-de-melão. Paulo não se fez de rogado e graças ao efeito do Deca-Durabolin na sua corrente sanguínea devolveu as ofensas. Enquanto o clima entre os dois esquentava, seus companheiros, atônitos, acompanhavam a quizumba, que por pouco não chegou às vias de fato. O Blog chamou uma equipe de especialistas em leitura labial para saber o que os dois falaram durante a discussão, e o resultado você vê aqui, em primeira mão:



O médico do UH, dr. Lído Runco tentou pôr panos quentes na briga, explicando cientificamente que a reação de Gustavo era natural:

- O Gustavo, antes do lance, correu a quadra toda. Pelo fato de só ter um pulmão e mesmo assim já bem estragado - já que o outro pulmão o Marlboro já carregou - o atleta teve que fazer um esforço sobre-humano para conseguir fôlego, que só foi obtido sendo subtraído o oxigênio do cérebro. Assim, sem oxigênio para bombear os neurônios, o atleta não estava dentro de um estado de sanidade mental, o que o levou a discutir com Paulo.

Ânimos alterados, nervos à flor da pele, discussões acaloradas... ao fim do jogo o técnico do UH Leandro Thompson procurou minimizar o assunto:

- Isso é excesso de vontade, os jogadores sabe que estão sendo observados e querem provar seu valor. Essas coisas acontecem porque ninguém quer perder, e isso é bom para o time. Eles podem ter essas diferenças em campo, mas no vestiário eles se acertam. Acertam um soco no olho, acertam um chute no saco, acertam uma voadora na boca do estômago...

Ráundi uan, faite!


Notas

Paulo Balboa - Uma excelente partida. Correu muito, esteve presente em todos os setores do campo, e ainda se envolveu numa discussão com Gustavo. Só não leva nota maior porque quando foi para o gol levou dois frangaços em cinco minutos. Nota 7

Fábio Popó - Perigosíssimo no ataque, seguro na defesa, carregou seu time. Vem melhorando a cada partida. Nota 9

Roberto Minotauro - Bem no ataque, fez uma excelente dupla com Doroteia. Mas novamente o excesso de preciosismo atrapalhou um pouco sua atuação. Nota 8

Renato Dorotyson - A mesma eficiência de sempre nos dribles e belas jogadas, mas dessa vez cansou de botar a bola na trave. Nota 8

Thiago Holyfield - Uma atuação pra esquecer. Perdido na zaga e no ataque, sem inspiração e errando passes bobos. Ainda abusou da violência nas disputas com Roberto. Nota 2

Vinícius Foreman - Abusou um pouco das faltas, mas esteve bem no ataque e no meio. Nota 6

Coruja Marciano - Formou uma perigosa dupla de ataque com Fábio, mas cansou cedo. Nota 7

Renato Gracie - Dessa vez ficou mais na defesa, onde desempenhou bem seu papel. Nas poucas subidas ao ataque, mostrou eficiência. Nota 7

Gustavo Zangief - Movimentou-se bem em campo, e buscou o jogo o tempo todo. Ficou completamente alterado durante a discussão com Paulo. Nota 7



Post scroptum:

O STJD acaba de solicitar as imagens do jogo-treino de sábado para avaliar a troca de ofensas entre Gustavo e Paulo. A preocupação do corpo cavernoso jurídico do Universidad é com a punição que os atletas poderão sofrer. Gustavo deve ser denunciado nos artigos 69 ("Chamar um companheiro de babaca") e 171 ("Ficar guardando ressentimento e deixar pra soltar tudo que estava entalado na garganta em um momento de tensão"). Já Paulo deve sofrer a punição pelos artigos 24 ("Amarelar quando é chamado de babaca") e 51 ("Ter algo contra o companheiro de equipe, permanecer calado e evitar passar a bola para ele"). O STJD tem sido rigoroso na punição de atletas e a previsão é que os jogadores peguem de 2 a 5 jogos de gancho. Mas se a punição for essa mesmo, o UH promete recorrer. Pelo futebol que ambos vêm praticando, o corpo cavernoso jurídico do Universidad vai pedir a extensão da punição para 8 a 12 jogos de suspensão.

Fonte: Justiçadesportiva.com.br